Dúvidas

Perguntas frequentes.

O essencial sobre a janela, a triagem, os entregáveis e a responsabilidade. Se ficar alguma dúvida, é só entrar no app e falar com a gente.

Que decisão é essa de setembro? +

A Resolução CGSN nº 186/2026 abriu, de 1º a 30 de setembro de 2026, a opção para empresas do Simples Nacional recolherem IBS e CBS pelo regime regular — por fora do DAS — com efeito a partir de 1º de janeiro de 2027. É uma escolha por empresa e datada: quem não avaliar dentro da janela leva a situação atual para o período inteiro — e a opção vale por semestre, então a decisão volta a cada novo período.

Preciso criar conta para fazer o curso?+

Não. As nove aulas de A decisão de setembro abrem e rodam aqui no site, sem cadastro. Só peço o seu e-mail — uma vez — se você quiser baixar as planilhas e os modelos.

O curso é propaganda do sistema?+

O método das aulas 1 a 7 funciona na planilha que você baixa de graça. O sistema aparece na aula 8, uma vez, e eu digo que é meu. Eu vendo um jeito de fazer isso em escala e espero que parte de quem terminar o curso queira testar — mas o conteúdo se sustenta sozinho.

O que mudou no laudo?+

Ele passou a ter dez seções, e a que muda tudo é a memória de cálculo: cada passo com fórmula, substituição numérica e resultado, para que um terceiro refaça a conta no papel. Junto vieram a cadeia legal citada, os dois cenários de alíquota, o quadro comparativo em reais por ano e a análise de sensibilidade. Empresas sem decisão a tomar recebem o laudo curto, de duas páginas, com a mesma numeração e verificação.

O que é a triagem da carteira? +

Você importa a carteira do escritório e o Enquadria classifica cada CNPJ cruzando CNAE, porte e situação cadastral pela base da Receita. O resultado separa quem tem decisão urgente de quem pode esperar e de quem está fora (MEI, empresas inativas, já fora do Simples). Na prática, 60 a 80% da carteira sai sem você gastar tempo analisando.

E depois de setembro, para que serve? +

Essa é a pergunta certa. A opção decidida em setembro vale por semestre — ela não encerra o assunto, inaugura. A cada novo período a decisão volta por cliente, e a transição segue mudando a conta até 2033. No intervalo, o Enquadria trabalha em três frentes: o radar avisa o que mudou e quais clientes seus são afetados; o recálculo reprocessa a carteira salva num clique na janela seguinte; e o dossiê guarda laudos e termos de cada empresa. Além disso, todo cliente novo que entra na carteira é uma análise nova.

E há dois serviços que não dependem de janela nenhuma: o comparativo de regimes (Simples, híbrido, Presumido e Real lado a lado, sem precisar cadastrar a empresa) e o estudo de abertura, que responde em que regime um negócio novo deve nascer — em três cenários de faturamento, com a conta do Fator R. Os dois saem como documento numerado com a sua marca, para quem ainda nem é seu cliente.

Serve para quem está abrindo empresa? +

Serve, e é um dos motivos de o Enquadria não terminar em 30 de setembro. O estudo de abertura compara os regimes para um negócio que ainda não tem CNPJ, rodando três cenários de faturamento — inclusive um bem abaixo do projetado, porque quem está abrindo tem projeção e não histórico. Ele mostra se a resposta muda quando o mês vem fraco, calcula quanto de pró-labore leva ao Anexo III (e se compensa), e avisa o que a conta de carga não mostra: nascer no Simples unificado vendendo para empresa é entrar em 2027 entregando crédito quase zero ao comprador. Sai como documento numerado com a sua marca e um link que o prospecto abre sem cadastro.

A decisão de setembro é definitiva? +

Não é para sempre, mas é irreversível dentro do período. A opção exercida em setembro de 2026 produz efeitos no primeiro semestre de 2027 e não pode ser alterada durante o período. Para os períodos seguintes, espera-se nova regulamentação do CGSN — por isso o Enquadria acompanha a transição e avisa quando a próxima janela for definida, em vez de prometer datas que ainda não estão publicadas.

Meu sistema contábil já tem simulador da reforma. Por que eu precisaria do Enquadria? +

Porque simulador responde uma pergunta diferente. Quase todo sistema de escritório lançou o seu, muitos de graça, e são bons no que fazem: você escolhe uma empresa e ele calcula. O problema é a escolha — numa carteira de 143 clientes, quem você escolhe? O Enquadria começa exatamente aí: sobe a carteira inteira e devolve quem precisa decidir até 30 de setembro, quem pode esperar e quem sai da conta. Depois do cálculo, entrega o que a tela do simulador não entrega: o laudo com a marca do escritório (o papel que vira honorário), o termo de ciência assinado (a prova de que você avisou no prazo) e o código público de verificação. Se o seu sistema calcula bem, use-o para calcular. O Enquadria cobre o antes e o depois.

O Enquadria é um simulador de imposto? +

Não. Ele calcula — pela alíquota efetiva do Simples, não pela nominal do topo da faixa —, mas esse não é o motivo de existir. Cálculo virou commodity. O Enquadria resolve a triagem da carteira, o entregável cobrável e a prova. É a ferramenta da decisão e do documento, não do imposto.

Como o número é calculado? +

Com base nas premissas que você informa sobre o negócio do cliente (quanto vende para PJ, quanto desses clientes aproveita crédito, poder de renegociar preço) e na alíquota efetiva do Simples da empresa — apurada da receita bruta dos 12 meses, não a nominal do topo da faixa. O motor devolve o repasse de equilíbrio e a recomendação. Todo número é estimativa de cenário e não substitui a apuração com dados fiscais efetivos.

Para que serve o termo de ciência? +

É o registro assinável de que a decisão foi avaliada e comunicada ao cliente dentro do prazo. Em 2027, se alguém questionar por que optou (ou não) pelo regime, o termo é a prova de que o escritório fez a análise e informou. É o seguro do contador.

O cliente consegue conferir que o documento é autêntico? +

Sim, e sem depender de você. Cada laudo e cada termo saem com um código de verificação impresso. Qualquer pessoa acessa a página de verificação e confirma a empresa, o escritório emissor, a data e — no termo — se foi assinado e quando. A consulta mostra a origem do documento, mas não expõe premissas, números da análise ou dados de contato. Outro ponto: os valores do laudo ficam congelados na emissão, então revisar a análise depois não altera um documento já entregue.

Preciso instalar algo ou integrar meu sistema? +

Não. É web, sem instalação. Você sobe um CSV com CNPJ e razão social — o Enquadria reconhece as colunas por sinônimo e enriquece o resto pela Receita. Nada de integração com sistema de gestão.

Quanto custa? +

Começar é grátis e não pede cartão: importar a carteira, triar, ver o mapa de risco e emitir 2 laudos de degustação. O plano PRO custa R$ 47/mês (ou R$ 470/ano, com dois meses grátis) e libera laudos e termos ilimitados, relatório do escritório, dossiê por empresa, todas as janelas do período e o radar da transição. Veja os planos.

E os dados dos meus clientes? (LGPD) +

A carteira contém dados de terceiros, então o tratamento respeita a LGPD: o escritório é o controlador dos dados dos seus clientes e o Enquadria atua como operador, tratando as informações apenas para entregar a triagem e os documentos que você solicita.

De quem é a responsabilidade técnica? +

Do contador. O Enquadria organiza a decisão, calcula o cenário e produz o laudo e o termo com a sua marca — mas a apuração final e a assinatura são do profissional. A ferramenta não promete economia garantida: a promessa é clareza e prazo.

Ainda dá tempo de mapear a carteira.

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